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o outro bolo

30.12.14

deixem-me só partilhar o bolo que foi para a escola. só podia ter uma decoração – carrinhos!!

IMAG0491.jpg

 

continuo sem conseguir fazer a cobertura como queria. ainda não atinei com a coisa. a tentativa falhada de um buttercream foi (outra vez!) para o lixo e lá saíram as minhas natinhas com corante. ficou bem catita e muito gostoso.

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chegamos aos últimos dias de dezembro com o coração cheio. tivemos um feliz natal. simples, tranquilo (dentro daquilo que é possível quando se tem a família em casa e crianças) e doce. entre as festas de natal, entre o entusiasmo a preparar a chegada do pai natal, entre os intermináveis episódios do ruca, entre as refeições em família e a chegada dos avós e tios de longe, vi os meus meninos ficarem mais crescidos. vi-os explodir de alegria com os presentes. carrinhos, pistas de carrinhos, carrinhos e mais carrinhos. vi-os vibrar com os mimos dos avós que se transformam também em pequeninos cada vez que brincam com eles.

 

estes dias de festa terminaram da melhor forma, com o aniversário do gonçalo. estivemos todos juntos mais uma vez. tivemos quatro velas para soprar. e um bolo que ficou gigante. um bolo com um faísca mcqueen e o seu amigo mate. ah, e com pintarolas! sempre pintarolas.

 

as fotos não são muitas. este ano não me dediquei a elas. optei por viver os momentos e não ficar atrás da lente a captar as melhores poses. as imagens essas guardo-as para mim. sei que não as vou esquecer.IMG_5141.JPG

o bolo

quatro anos

 

 

 

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de volta

18.12.14

voltaram à escola. voltei ao trabalho. já não há febre. ainda há muita tosse, ainda se acorda de noite. muuitas vezes. mas já não há ruca em modo repeat na televisão. há um mundo lá fora e está sol. já me fazia falta o sol. entretanto caiu-me a ficha e apercebi-me que o natal é já para a semana. medo! ainda tenho tanto para fazer.

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já tínhamos um. ameaçou serem dois. o maior e o mais pequenino. ficou só um. o mais pequenino. mas como um vírus nunca vem só, agora são mesmo dois. o pequeno e o mais pequenino. afinal vamos ter mais um fim de semana prolongado. este vem com tosse, febre e muita congestão nasal.

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chuva no mar

02.12.14

que coisa mais doce. carminho e marisa monte. para ouvir em casa no quentinho com a chuva lá fora. mas, por agora, prefiro que chegue apenas o frio e que a chuva fique longe... lá longe no mar.

 

CHUVA NO MAR


Coisas transformam-se em mim, é como chuva no mar, se desmancha assim em ondas a me atravessar, um corpo sopro no ar 

Com um nome p’ra chamar, é só alguém batizar, nome p’ra chamar de nuvem, vidraça, varal, asa, desejo, quintal, o horizonte lá longe, tudo o que o olho alcançar e o que ninguém escutar, te invade sem parar, te transforma sem ninguém notar,
frases, vozes, cores, ondas, frequências, sinais, o mundo é grande demais.

Coisas transformam-se em mim, por todo o mundo é assim.

Isso nunca vai ter fim.

 

Retirado do álbum "Canto" (2014)
Música: Marisa Monte
Letra: Arnaldo Antunes

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se me virem de costas escondida atrás das cortinas da sala, não se espantem, estou só a jogar às escondidas.

 

quase todos os dias acontece, ele vem ter comigo a pedir para jogar às escondidas. quase todos os dias acontece e, quase sempre, é na hora mais imprópria. se lhe digo que naquele momento não posso, então é que se lhe desperta a vontade toda jogar. é vê-lo de olhinhos esbugalhados, mãozinhas juntas em oração e ouvir, em modo repeat, a súplica “por favor, por favor, por favor. só um bocadinho. por favor”.

 

sempre que temos um bocadinho de tempo, nós jogamos. "eu escondo e tu contas. 1, 2, 3, 4….10. preparados ou não aqui vou eu”. depois  é ver a excitação para se esconder e a alegria em encontrar a mãe ou o pai.

 

jogar às escondidas com estes pequeninos é uma comédia. primeiro pelos sítios onde se escondem. se tiver a cabeça tapada, está escondido, mesmo que o corpo esteja todo à mostra. depois, denuncia-se sempre.  “onde estás? estás aqui? – não! e aqui? – também não! fica tão entusiasmado com a procura que só se ouvem risos e bater de pés de contente.

 

outra coisa maravilhosa é que ele esconde-se sempre no sítio onde eu acabei de me esconder. ele deve pensar que se o esconderijo é bom para a mãe, é bom para ele, ou então, que eu ali já não vou procurar.

 

nesta fase o Pedro já alinha na brincadeira, o que torna a coisa ainda mais divertida. o Pedro fica ao lado da mãe, com as mãos a tapar os olhos a fingir que conta até dez. o Pedro dá-me a mão para ir procurar o mano. ou então vai com o mano procurar a mãe e repete todos os gestos do irmão.

 

em todas as brincadeiras o primeiro a encontrar-me é sempre o cão. onde quer que me esconda lá vem ele ter comigo, como que a dizer “está aqui! ela está aqui!”

 

encontrei-te!

estou escondido!

 

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agora sim, o natal já chegou à nossa casa. nada contra os que têm a casa decorada desde outubro, mas para mim só faz sentido agora. mesmo que esteja em pulgas há muitas semanas. costuma ser no primeiro dia de dezembro mas este ano foi mais cedo. o nosso pinheirinho de natal e as outras decorações fizeram as maravilhas dos miúdos este fim-de-semana. e as minhas também. 

 

temos o pai natal fofinho na porta de entrada e o que está sentadinho na cadeira de baloiço, que está há dois anos para pintar um comboio de madeira.

temos os grandes corações vermelhos do ikea pendurados nas escadas, junto com os anjinhos feitos na escolinha dos meninos.

temos a rena da qual já ninguém tem medo este ano, e que pôde finalmente sair do armário (salvo seja).

temos as decorações do pinheirinho recicladas dos anos anteriores e à prova de meninos. são os pompons de lã, os passarinhos e os ursinhos polares de peluche que todos os dias são retirados e recolocados no pinheiro depois de toda a gente brincar com eles. tem dois dias e já desisti de dizer para não mexer. afinal é natal, deixa-os brincar!

 

este ano temos um pinheirinho de natal novo, porque o antigo suicidou-se o natal passado. nada mais triste.  ainda íamos a meio da quadra natalícia e fomos dar com o arbusto de plástico estendido no chão da sala. ainda se aguentou até aos reis mas não recuperou mais do trauma e não teve direito a reciclagem. a nova árvore veio para casa sem ninguém saber e apareceu montada na manhã de sábado, pronta a ser decorada. o Gonçalo estava convencido que era ele que ia comprar a àrvore de natal nova, como não foi, já ditou a sentença para esta "também vai cair e vai para o lixo!"

 

agora todos os dias temos luzinhas a piscar. as músicas que, por norma, todos cantarolamos durante o dia têm agora os acordes de natal. e temos o filme do ruca de natal na televisão muito mais vezes do que gostaríamos. boas festas!

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ana m.

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